[Resenha] Maze Runner – Correr ou Morrer, de James Dashner

maze1Autor: James Dashner

Editora: V&R

Lançamento: 2009 (EUA) / 2010 (Brasil)

Páginas: 426

Classificação: ⭐⭐⭐⭐⭐ (❤)

Sinopse: Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, a única coisa que Thomas consegue lembrar é de seu nome. Sua memória está completamente apagada. Mas ele não está sozinho.

Quando a caixa metálica chega a seu destino e as portas se abrem, Thomas se vê rodeado por garotos que o acolhem e o apresentam à Clareira, um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Porém, um fato altera de forma radical a rotina do lugar – chega uma garota, a primeira enviada à Clareira. E mais surpreendente ainda é a mensagem que ela traz consigo.

Thomas será mais importante do que imagina, mas para isso terá de descobrir os sombrios segredos guardados em sua mente e correr, correr muito. 

Fonte: Skoob.

Sei que essa resenha devia ter saído sexta-feira passada mas, devido a alguns compromissos, não foi possível postá-la. Entretanto, eis que finalmente ela está aqui. Então, sigamos em frente…

Thomas, o personagem principal, havia chegado no que parecia ser um elevador à Clareira (Glade, no original), cercado por inúmeros outros garotos de várias idades. Toda a sua memória havia sido apagada, assim como a de todos os clareanos (como eles se denominavam), e a única coisa de que se lembrava era seu nome.

No dia seguinte, Alby, um dos líderes, o leva para um tour pela Clareira, que era cercada por imensos muros, que continham aberturas nos quatro lados, os portões, abertos durante o dia e fechados durante a noite, que davam passagem a um imenso labirinto. Todos os garotos exerciam alguma atividade, sendo uma delas, e a considerada como a mais importante, a de corredor (runner), os quais corriam pelo labirinto (maze) em busca de uma saída.

Enquanto Alby ainda estava mostrando as outras atividades a Thomas, uma espécie de sino toca, sinalizando a chegada de mais alguém… Dessa vez uma menina, a primeira em meio a mais de 50 meninos, chega na Clareira, algo que surpreende a todos, pois apenas um novo garoto chegava por mês. E junto dela vem uma mensagem mais aterradora ainda…

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Se eu tivesse que descrever esse livro em uma só palavra seria “intrigante“, que desperta a curiosidade, que surpreende. É algo estupendo como o autor consegue nos prender em cada página, de forma que você pode ter certeza de que sempre algo surpreendente irá acontecer em cada capítulo, repito, sempre. A história é narrada em 3ª pessoa mas sobre a perspectiva de Thomas.

James Dashner não só construiu uma estória incrível, ele também nos “prende” à narrativa de tal forma, que não conseguimos parar de ler ou parar de pensar no livro até que o terminemos. Como tudo aquilo parece ser tão real e ao mesmo tempo irreal, como isso brinca com o seu cérebro, assim como com o dos clareanos. Nunca sabemos se aquilo que você está vendo é real ou é um holograma, até mesmo alguém controlando o seu sistema cerebral.

Sometimes you don’t look very hard for things you don’t believe will or can happen.” – Pág. 226 

(Às vezes, você não olha bem para as coisas que não acredita que vão ou podem acontecer, tradução livre)

Sem contar o fato de Dashner ter criado várias palavras e expressões que caracterizam os personagens e os tornam únicos, ex. (no original, inglês): shank, shuck, gladers (clareanos), Glader (clareira), Greenie, klunk, entre outras.Tendo cada personagem uma personalidade única, que vai se desenvolvendo ao longo da história, alguns para melhor e outros, nem tanto.

No final, não tenho o que reclamar. Indico essa série, com toda certeza, a todas as pessoas, principalmente aos fãs de ficção científica.

Trailer do filme baseado em Maze Runer – Correr ou Morrer:

Espero que tenham gostado! Já leram esse livro/série? Se sim, o que acharam?

Beijos e abraços!

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